quinta-feira, 31 de maio de 2012

FLORBELA ESPANCA



Fotografia:DAQUÍ
BIOGRAFIA
Mesmo antes de seu nascimento, a vida de Florbela Espanca já estava marcada pelo inesperado, pelo dramático, pelo incomum.
Seu pai, João Maria Espanca era casado com Maria Toscano. Como a mesma não pôde dar filhos ao marido, João Maria se valeu de uma antiga regra medieval, que diz que quando de um casamento não houver filhos, o marido tem o direito de ter os mesmos com outra mulher de sua escolha. Assim, no dia 8 de dezembro de 1894 nasce Flor Bela Lobo, filha de Antónia da Conceição Lobo. João Maria ainda teve mais um filho com Antónia, Apeles. Mais tarde, Antónia abandona João Maria e os filhos passam a conviver com o pai e sua esposa, que os adotam.
Florbela entra para o curso primário em 1899, passando a assinar Flor d’Alma da Conceição Espanca. O pai de Florbela foi em 1900 um dos introdutores do cinematógrafo em Portugal. A mesma paixão pela fotografia o levará a abrir um estúdio em Évora, despertando na filha a mesma paixão e tomando-a como modelo favorita, razão pela qual a iconografia de Florbela, principalmente feita pelo pai, é bastante extensa....
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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Biografia de Galileu Galile

Galileu Galilei

Nascimento e formação


Filho de Vincenzio Galilei e de Giulia Ammannati di Pescia, nasceu em Pisa no dia 15 de Fevereiro de 1564. Os seus antepassados pertenciam à alta sociedade de Pisa e, embora a família tivesse decaído economicamente, mantinha quase intacto o seu prestígio graças às boas tradições familiares que conservara, e às boas relações de amizade com os membros da alta aristocracia.

Em 1581 Galileu iniciou os seus estudos de Medicina na Universidade de Pisa, possivelmente a conselho de seu pai, desejoso que o seu filho renovasse o prestígio de um dos seus antepassados, chamado também Galileu Galilei, e que tinha sido um médico de fama. A orientação escolástico-galênica do ensino médico de Pisa, não satisfaz as esperanças do jovem Galileu que abandona os estudos médicos e transfere-se para Florença onde, sob a orientação de Ostílio Ricci, discípulo por sua vez de Nicolo Tartaglia, professor de matemática na Escola de Belas Artes, começa a descobrir o sentido das suas inclinações. O mestre Ostílio Ricci é o impulsionador de um vasto campo de estudos científicos que em muitos domínios são do interesse permanente do discípulo. Além disso, Ostílio Ricci oferece a Galileu as obras de Arquimedes. É durante esta época que Galileu realiza os seus trabalhos sobre o isocronismo das oscilações pendulares.

Galileu tinha um temperamento alegre, otimista, sociável, com todas as paixões do diletante e do sibarita; com o mesmo empenho, participava num argumento literário, num difícil caso legal, numa cena elegante ou na descoberta de um novo efeito natural. Era direto e audaz na apresentação dos problemas intelectuais; no trabalho e no lazer, mostrou-se...

Nicolau Copérnico


Para Lutero, a razão era "uma cortesã do diabo". Para os doutores do Concílio de Trento, a "fé não só excluía qualquer dúvida, mas o próprio desejo de submeter a verdade à demonstração".
Opiniões dogmáticas como essas pareceriam chocantes hoje, e também na Antigüidade, ou, no fim da Idade Média, quando o pensamento cristão era regido pela escolástica. Mas no tempo de Lutero, e em todo o século XVI, a Reforma protestante, seguida da Contra-Reforma católica, conduziu o pensamento europeu a posições radicais. Foi o tempo das guerras religiosas, do fanatismo intransigente e do suplício de pelo menos 30 mil mulheres acusadas de feitiçaria.
Nesse clima apaixonado, seria uma perfeita heresia insistir na teoria heliocêntrica. A idéia ptolemaica de que a Terra era o centro do Universo passou a constituir um artigo de fé, confirmado por passagens da Bíblia; nem católicos nem protestantes poderiam contestá-la.
Como se explica que a teoria de Copérnico haja vencido essa barreira de obscurantismo religioso? Pelo menos três fatores concorreram para isso. Em primeiro lugar, o caráter técnico...

Cláudio Ptolomeu

Cláudio Ptolomeu é um cientista de origem grega, nascido, talvez em 90 d.C., na cidade de Ptolemaida Hérmia, no Egito sob domínio romano. Morreu em Canopo, também no Egito, por volta do ano 168 d.C. A única informação que temos de sua vida é que ele trabalhou em Alexandria entre 120 e 160 d.C., período esse determinado com base em observações astronômicas anotadas por ele.

Ptolomeu foi o último dos grandes cientistas gregos, responsável por sintetizar a obra de seus predecessores, estudando não só astronomia, mas também matemática, física e geografia.

A obra principal de Ptolomeu é A grande ...

DAQUÍ

sábado, 5 de novembro de 2011

Santa Comba Dão-Origem

..."Presume-se, portanto, que a origem de Santa Comba Dão remonte ao tempo anterior à Reconquista Cristã, surgindo como primeiros documentos duas cartas de doação, datadas, respectivamente, de 974 e 975. A primeira tem como doador Oveco Garcia e a segunda Nunio Gonçalves, fazendo ambos uma vasta doação ao Mosteiro de Lorvão. Em 1102 esta instituição religiosa outorga uma carta de foro aos moradores de Santa Comba e Treixedo, procurando atrair moradores, uma vez que esta zona fora bastante devastada durante a reconquista. Vivia-se então um clima de instabilidade política administrativa, facto que deve ter estado na base da transferência das terras de Santa Comba , do Mosteiro de Lorvão para o Bispado deCoimbra. Situação que se manteve pelo menos até 1472, já que é deste ano um documento onde D. Galvão, Bispo de Coimbra, se intitula Conde de Santa Comba Dão.
Resultante da reforma Manuelina dos forais, mas não no sentido de autonomia dos municípios, aos 12 de Setembro de 1514, D. Manuel concede a Santa Comba Dão a sua carta de foral. Da mesma época são também os forais de São João de Areias,Pinheiro de ÁzereÓvoa e Couto do Mosteiro"....
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GUIA DA CIDADE

guiadacidade.pt 

sábado, 2 de julho de 2011

A Origem da Língua Portuguesa



EVOLUÇÃO DA LINGUA PORTUGUESA

A formação e a própria evolução da língua portuguesa contam com um elemento decisivo: o domínio romano, sem desprezar por completo a influência das diversas línguas faladas na região antes do domínio romano sobre o latim vulgar, o latim passou por diversificações, dando origem a dialetos que se denominava romanço ( do latim romanice que significava, falar a maneira dos romanos).
Com várias invasões barbaras no século V, e a queda do Império Romano no Ocidente, surgiram vários destes dialetos, e numa evolução constituíram-se as línguas modernas conhecidas como: neolatinas. Na Península Ibérica, várias línguas se formaram, entre elas o catalão, o castelhano, o galego-português, deste último resultou a língua portuguesa.
O galego-português, era uma língua limitada a todo Ocidente da Península, correspondendo aos territórios da Galiza e de Portugal, Cronologicamente limitado entre os séculos XII e XIV, coincidindo ocom o período da Reconquista. Na entrada do século XIV, percebe-se maior influência dos falares do sul, notadamente na região de Lisboa; aumentando assim as diferenças entre o galego e o português.
O galego apareceu durante o século XII e XV, aparecendo tanto em documentos oficiais da região de Galiza como em obras poéticas. Apartir do século XVI, com o domínio de Castela, introduz-se o castelhano como língua oficial, e o galego tem sua importância relegada a plano secundário.
Já o português, desde a consolidação da autonomia política e, mais tarde, com a dilatação do império luso, consagra-se como língua oficial. Da evolução da língua portuguesa destaca-se alguns períodos: fase proto-histórica, do Português arcaico e do Português moderno
Texto integral AQUÍ
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quinta-feira, 9 de junho de 2011

O Homem, a Angústia e sua Existência

Para a abordagem do tema de angústia precisamos antes nos localizarmos no contexto do Existencialismo.

O Existencialismo
A proposta é a de entender o Existencialismo como especulação filosófica que visa a análise minuciosa da experiência humana em todos os seus aspectos teóricos e práticos, individuais e sociais, instintivos e intencionais, mas acima de tudo dos aspectos irracionais da vida humana.
Encontramos as origens do Existencialismo em Sören Aabye Kierkegaard (1813 -1855). Embora suas idéias filosóficas só tenham sido reconhecidas após a tradução de suas obras nos anos de 1909/1922 por Christoph Schrempf, o sucesso de suas idéias após a chamada "Renascença Kierkegaardiana" foi tanto que quase todos os autores da época a ele fizeram referência.

Além da tradução, a situação histórica tornou-se uma aliada de Kierkegaard. A primeira Guerra Mundial mostrou a vacuidade de todos os sistemas filosóficos para dar conta de uma compreensão sobre a complexidade da problemática humana.
Favorecem a sua difusão:
· O fracasso dos grandes ideais humanitários, calcados no progresso, derrubando a previsão do positivismo;
· O ambiente de insegurança e pessimismo ideológico gerado pela técnica e pela ciência, que dá origem a uma angústia vital.

Esta filosofia apresentou aos vivos e sobreviventes as interrogações que lhes eram pertinentes e próprias: qual é o sentido da existência? Da morte? Da dor? Da liberdade? Do desespero? Da angústia?
O Existencialismo é uma filosofia que considera a existência como ponto de partida para a sua reflexão.
Mas, o que significa existir? O que significa exatamente a afirmação "eu existo"? Será uma simples experiência de fato da minha existência? Em que, então, o fato da minha existência difere do fato da existência de outros seres animados ou inanimados? Será a existência o fato primordial a partir do qual os outros fatos adquirem sentido - o fato da existência dos outros, da existência do mundo, da existência de Deus?
O fato da existência pode ser indubitável. Já o sentido e a interpretação da existência não são únicos e indubitáveis, ao contrário, são diversos e diferentes.

Emmanuel Mounier em seu livro "Introdução aos Existencialismos" apresenta uma classificação dos filósofos existencialistas, recorrendo à metáfora de uma árvore. Na raiz da árvore estão: Sócrates, filósofo da Antiga Grécia fazendo apelo ao "conhece-te a ti mesmo"; os estóicos gregos e romanos, enaltecendo o domínio humano de si próprio, face às adversidades da vida e do destino; São Bernardo propondo um cristianismo vivido e que leve o homem à sua conversão religiosa, face às sistematizações teóricas da religião vigentes em sua época.
No tronco da árvore estão os filósofos franceses: Pascal, relembrando que o desenvolvimento dado às ciências naturais havia feito esquecer o homem diante da vida e da morte; Maine de Biran, mostrando que á preciso compreender o homem enquanto uma unidade corpo-alma, refutando, assim, as filosofias dualistas ou monistas de tipo sensualista. Está ainda o filósofo dinamarquês Kierkegaard, considerado pelos historiadores como o pai da filosofia existencialista moderna, mostrando como a razão é importante para, sozinha, justificar o sentido da existência humana; ela necessita de Deus que vem em auxílio do homem que se encontra no abandono injustificado. Encontra-se ainda, neste tronco a fenomenologia que, desde o seu fundador, o alemão Edmund Husserl, toma como objeto principal da filosofia o projeto de constituição da ciência do vivido, Erlebniz. Esta ciência difere das ciências positivas no estudo do homem, pois nestas o homem é apenas considerado em seu aspecto factual e objetivo. A ciência do vivido deve abordar o vivido nele mesmo, isto é, enquanto consciência, subjetividade, corporeidade, historiedade e liberdade.
Do tronco da árvore separam-se dois galhos. Um que se desenvolve com os autores de inspiração religiosa, influenciados direta ou indiretamente pela fenomenologia existencial. Dentre esses autores citamos: Max Scheller, Karl Jasper, Paul-Louis Landsberg, Nicolas Berdiaeff, Gabriel Marcel e o próprio Emmanuel Mounier. O outro galho que se desenvolve com os autores que se afastam explicitamente das inspirações religiosas: Jean Paul Sartre, Martin Heidegger, Maurice Merleau-Ponty, Jean Hippolyte, Simone de Beauvoir, Albert Camus.

Existem alguns traços comuns ...

Autor: Filósofa Rita Josélia da Capela Pinheiro  
Texto completo: AQUI
E para quem se interessar por este tema:
Link1;Link2;Link3;Link4

quinta-feira, 26 de maio de 2011

PRÍAPO




 
Deus responsável pela fertilidade das colheitas, do gado e das mulheres, Príapo era filho de Dionísio (Baco) e Afrodite (Vênus), sendo representado por seus seguidores como uma divindade semelhante a um fauno. Originário da Ásia Menor, seu culto espalhou-se pela Grécia e Itália Meridional, onde as primeiras frutas dos campos e jardins eram a ele oferecidas.
Em Roma, Príapo personificou, sobretudo, a virilidade, a geração e o amor físico, sendo o patrono dos devassos. Na Idade Medida, tornou-se o protetor do gado, dos pastores, agricultores e pescadores, bem como das mulheres grávidas. Sua imagem é apresentada como um homem idoso mostrando um grande órgão genital ereto, o que deu origem à palavra priapismo, com significado de ereção dolorosa e persistente, sem desejo sexual, ou excitação sexual exagerada. .

Segundo a mitologia grega, Dionísio (Baco, retornando vitorioso de batalhas nas Índias, foi recebido ardorosamente por Afrodite (Vênus), resultando daí o nascimento de Priapo. Enciumada ...
DAQUI    Veja também emPriapo e Mitologia grega Priapismo Falo

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dinossauros


Conhecendo os Dinossauros
Os dinossauros surgiram em nosso planeta na Era Mesozóica, conhecida por isso como Era dos Grande Répteis. Esta era  durou de 248 milhões a 65 milhões de anos atrás. Os dinossauros surgiram há aproximadamente 220 milhões de anos, e dominaram o planeta durante toda a Era Mesozóica.
Pesando, na maioria dos casos, toneladas, os enormes répteis alimentavam-se de carne, frutas, plantas e de insectos. Tinham uma grande dificuldade de deslocamento em função de seu peso.
A teoria da extinção dos dinossauros
A ideia mais aceita para explicar a extinção dos dinossauros é a que defende a queda de um asteróide na região do actual México, no período Cretáceo. De acordo com paleontólogos, esse asteróide teria aproximadamente 14 km de diâmetro e no momento do impacto, levantou uma nuvem de poeira que cobriu a Terra por meses, impedindo a penetração de raios solares. Muitos animais e vegetais morreram com a falta de luz solar. Sem alimentação abundante, os dinossauros foram morrendo com a falta de alimentos.
Descendentes dos dinossauros 
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Johann Sebastien Bach (1685-1750)


Johan Sebastien Bach fica, para a História da Música, como o maior compositor não só da sua era e do seu estilo, mas como de todos os tempos. Bach nasceu em Eisenach em 1685 numa família de músicos, sendo no entanto somente a partir deste Bach, Johan Sebastien, que o nome se tornaria universalmente famoso.  Aos dez anos Bach fica órfão de pai, passando então a estar sobre a tutela do seu irmão. Com Carl Böhm, em Ohrdruf, Bach estuda cravo, órgão, e os princípios do contraponto, sendo que em 1703 obtém o cargo de organista em Arnstadt, o qual manterá até 1707, quando vai para Muhlhausen. Vai para Weimar (onde compôs as suas melhores obras para órgão e cantatas) em 1708 e em 1716, por não ter sido nomeado Mestre de Capela nesta cidade, Bach resigna ao cargo e vai para a corte de Cöthen. Em Cöthen, onde o príncipe eleitor se interessava muito por música instrumental, Bach compõe as suas melhore obras instrumentais, entre as quais os Concertos Brandeburgueses e as Suites Orquestrais. Também aí compõe o primeiro livro do Cravo Bem Temperado e outras das suas melhores peças para cravo. Em 1723 é nomeado Mestre de Capela em Leipzig, na Igreja de São Tomás. Acontece que com o decrescente interesse pela sua música em Cöthen, Bach desistira do seu posto na corte. E seria em São Tomás que Bach ficaria para o resto da sua vida, compondo lá obras de tanta importância como as Variações Golodberg, a Oratória de Natal ou a Arte da Fuga.
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DAQUI

sábado, 23 de abril de 2011

Flores do meu Jardim



Florbela Espanca



Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito! 

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
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Ver também AQUÍ e AQUI

Fernando Pessoa





 Análise do Poema de Fernando Pessoa 

"Porque esqueci quem fui quando criança?"

Porque esqueci quem fui quando criança? 
Porque deslembra quem então era eu? 
Porque não há nenhuma semelhança 
Entre quem sou e fui? 
A criança que fui vive ou morreu? 
Sou outro? Veio um outro em mim viver? 
A vida, que em mim flui, em que é que flui? 
Houve em mim várias almas sucessivas 
Ou sou um só inconsciente ser?
...
DAQUI
Prefiro rosas, meu amor, à pátria,
E antes magnólias amo
Que a glória e a virtude. 

Logo que a vida me não canse, deixo
Que a vida por mim passe
Logo que eu fique o mesmo. 

Que importa àquele a quem já nada importa
Que um perca e outro vença,
Se a aurora raia sempre, 

Se cada ano com a Primavera
As folhas aparecem
E com o Outono cessam?
E o resto, as outras coisas que os humanos
Acrescentam à vida,
Que me aumentam na alma? 

Nada, salvo o desejo de indiferença
E a confiança mole
Na hora fugitiva.
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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Crítica da teoria de Darwin ou Darwinismo



teoria darwinista considera como motor da evolução a adaptação ao meio ambiente derivado do efeito combinado da seleção natural e das mutações aleatórias. A pesar de ser geralmente aceite, colocou desde o início bastantes problemas do ponto de vista científico. Antes de entrar na sua enumeração, vou analisar por que se impôs a Teoria de Lamarck ou outras de natureza semelhante. No final deste apartado, depois da citada enumeração, comentarei as dificuldades atuais para a sua rejeição ou substituição.

Na segunda metade do século XIX, o racionalismo humanista tinha-se estendido a todos os ambientes científicos e encontrava-se em pleno apogeu. Já existiam suficientes indícios de que a idade da terra era muito maior do que se tinha pensado, fazia falta uma teoria de caráter científico que enquadrasse o ser humano na história do planeta.
Claro, a nova teoria da evolução tinha que cumprir uma condição aparentemente científica, tinha que afastar-se completa e radicalmente das ideias religiosas que tantos obstáculos tinham criado ao desenvolvimento científico dos últimos séculos. Os velhos problemas de Galileu e Miguel Servet não se tinham sido esquecidos pela comunidade científica; Esperemos que não se esqueçam nunca!

A Teoria de Lamarck parecia muito lógica e razoável, mas padecia de um problema, estava dando protagonismo à vida fora da dimensão humana, havia algo no interior das plantas e animais que evolucionava de forma consciente e dirigida perante modificações meio ambientais.
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"Qual a Origem do Universo?" Teoria do Big-Bang

Em Astronomia chamamos de Universo o espaço com a matéria e energia que o formam.


A Cosmologia estuda a origem, a estrutura e a evolução do Universo ou de partes componentes deste, tal como um sistema planetário.
Muitos foram os seres humanos que dedicaram as suas vidas ao estudo das ciências e da descoberta da origem do Universo.
Dentre as principais descobertas e teorias desenvolvidas para elucidar a origem do Universo, podemos citar :1914 – Albert Einstein enuncia a Teoria da Relatividade, mostrando a equivalência entre matéria e energia.
E = m . c²
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Leia AQUI e AQUI

sábado, 9 de abril de 2011

"Biografia: Almeida Garrett (1799-1854)"


Escritor e Dramaturgo romântico, foi o proponente da edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e da criação do Conservatório.
Nasceu no Porto, em 4 de Fevereiro de 1799;
morreu em Lisboa em 9 de Dezembro de 1854.

Filho segundo do selador-mor da Alfândega do Porto, acompanhou a família quando esta se refugiou nos Açores, onde tinha propriedades, fugindo da segunda invasão francesa, realizada pelo exército comandado pelo marechal Soult que entrando em Portugal por Chaves se dirigiu para o Porto, ocupando-o.
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DAQUI

Um dos seus poemas:
Ai, Helena!
Ai, Helena!, de amante e de esposa
Já o nome te faz suspirar,
Já tua alma singela pressente
Esse fogo de amor delicioso
Que primeiro nos faz palpitar! ...
Oh!, não vás, donzelinha inocente,
Não te vás a esse engano entregar:
E amor que te ilude e te mente,
É amor que te há-de matar!
Quando o Sol nestes montes desertos
Deixa a luz derradeira apagar,
Com as trevas da noite que espanta
Vêm os anjos do Inferno encobertos
A sua vítima incauta afagar.
Doce é a voz que adormece e quebranta,
Mas a mão do traidor ...faz gelar.
Treme, foge do amor que te encanta,
É amor que te há-de matar.

Almeida Garrett, in 'Folhas Caídas'

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"Memórias de uma festa que desandou"

Clóvis Rossi
"Confesso: sinto-me pessoalmente ofendido agora que Portugal, depois de muito hesitar, jogou a toalha e admitiu que precisa de socorro financeiro da União Europeia, que vem atado ao do Fundo Monetário Internacional.
Sou apaixonado por Portugal desde que descobri o país já faz uma vida: 37 anos exatos, a se completarem este mês, aniversário do 25 de abril, a data da chamada Revolução dos Cravos. O nome vem do fato de que o tal de povo colocava cravos na boca das armas da tropa, em fotos que correram o mundo, após a derrubada da ditadura salazarista (Salazar já havia morrido; o ditador de turno era Marcelo Caetano)."
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quarta-feira, 30 de março de 2011

GENOMA HUMANO



“ Num determinado momento, uma força da qual ainda não podemos fazer qualquer ideia despertou na matéria inanimada as propriedades da vida”.
S. Freud, 1920
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ORIGEM DA NOSSA CAPACIDADE DE FALAR...

Os efeitos distintos de um gene nos macacos e nos humanos pode 
explicar a razão de nós falarmos e eles não (Manuel Roberto)

A origem da nossa capacidade de falar poderá residir num único gene

11.11.2009 - 18:49 Por Ana Gerschenfeld

Quando foi inventada a roda?



A primeira representação de uma roda já encontrada pelos arqueólogos data de 3500 a.C. - ou seja, há 5 500 anos - e foi feita numa placa de argila achada nas ruínas da cidade-Estado de Ur, onde hoje fica o Iraque. Isto significaria que a roda deve ter surgido por volta dessa época ou talvez alguns séculos antes. Essa prova, entretanto, é contestada por alguns historiadores, atualmente em minoria. Eles apontam para um pote de argila escavado no sul da atual Polônia, que teria sido feito em torno de 4000 a.C. e tem na sua superfície a imagem do que poderia ser um veículo com rodas. Seja como for, as primeiras rodas parecem ter sido feitas com três placas de madeira cortadas em formato arredondado, mantidas juntas por ripas. Seu conceito também era conhecido em outras regiões do mundo - os chineses teriam começado a usá-la em torno de 2000 a.C. e os olmecas, um povo que viveu onde hoje é o sul do México, já construíam desde pelo menos 1500 a.C. brinquedos para suas crianças com rodas maciças feitas de pedra (ainda que curiosamente nunca tenham desenvolvido rodas para uso prático em sua vida diária!). Bem mais tarde, na Idade Moderna, inovações no uso de materiais fizeram a invenção mudar de cara e ganhar eficiência. Os principais passos dessa história você confere na linha do tempo ao lado.


por Roberto Navarro


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